Quem tem medo de monitoramento de compliance?

A prática pode garantir o crescimento da sua empresa

O termo compliance tem sua origem na expressão “to comply” em inglês, que significa “agir de acordo com as regras estabelecidas”. No mundo empresarial, a prática de compliance não foge do seu significado original, mas vai muito além de apenas obedecer regras.

Monitoramento de compliance no meio corporativo é a conduta que assegura que o negócio cumpra, à risca, todas as imposições dos órgãos de regulamentação e isso engloba as esferas fiscal, trabalhista, contábil, financeira, jurídica, ética e ambiental.

Se até aqui ainda não conseguimos chamar a sua atenção para a importância do compliance, afirmamos que a prática é fundamental para que um negócio cresça com segurança e é importante que uma empresa alinhe seus objetivos estratégicos com ações de compliance.

Isso quer dizer que, ao seguir uma série regras internas e externas e controles eficientes, é possível aumentar a qualidade das entregas e prevenir riscos e prejuízos, além de possibilitar a economia de recursos, pois um compliance bem estruturado visa evitar gastos com multas e cobranças judiciais e, ainda, a fortalecer o negócio, enaltecendo a ética e seriedade.

 

O que é monitoramento de compliance, na prática?

Entenda as etapas e objetivos reais do compliance:

 

  1. Análise: a prática começa com a análise meticulosa dos possíveis riscos operacionais;

 

  1. Controle: o compliance se dispõe a gerenciar os controles internos da empresa;

 

  1. Projetos: com a análise de riscos e gerenciamento de controles internos em mãos, é importante desenvolver projetos com o objetivo de adequação às normas e de melhoria contínua de todos os setores da empresa;

 

  1. Prevenção: a análise de riscos possibilita também a prevenção de possíveis fraudes;

 

  1. Monitoramento: a partir da definição de normas e procedimentos internos, é importante monitorar que as equipes estejam de acordo. Nessa etapa, as empresas contam com medidas de segurança e monitoramento, desenvolvidos pelo setor de T.I (Tecnologia da Informação) ou terceiros especializados;

 

  1. Auditorias: é necessária a realização de auditorias regulares, para garantir que a empresa está de acordo com as regras internas e externas;

 

  1. Gestão: para que o compliance seja seguido à risca, é importante fortalecer as práticas do setor de RH (Recursos Humanos), para que as políticas de gestão de pessoas seja feita da melhor forma possível;

 

  1. Manuais: o compliance ajuda a elaborar manuais de conduta e boas práticas, que devem passar a fazer parte da cultura organizacional da empresa;

 

  1. Conformidade contábil: nesse processo, é importante garantir a fiscalização da conformidade fiscal, de acordo com as normas internacionais determinadas pelo IFRS – International Financial Reporting Standards);

 

  1. Leis: é fundamental estar sempre atento à novas leis e adequações na legislação para que seja possível adequá-las ao universo da empresa.

 

É importante levar o compliance a sério, pois o futuro do seu negócio pode depender disso.

 


 

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