O comércio varejista de eletrodomésticos no Brasil

Os eletrodomésticos estão presentes na vida das pessoas pelo menos desde o século XIX, nos Estados Unidos e na Europa e nessa época era considerado um item de luxo. No Brasil, esses aparelhos chegaram apenas no início do século XX e desde então passaram por muitas mudanças. 

Hoje, os eletrodomésticos se popularizaram e, de acordo com o último censo realizado em 2010 pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 95,1% das residências brasileiras tem pelo menos uma televisão. As casas com geladeira no país chegam a 93,7% – em 2000 esse percentual chegava apenas a 83,4%. Ainda que sejam mais populares, ainda não são um bem acessível a toda à população.   

Cenário econômico 

No universo dos negócios, a atividade varejista voltada para esse ramo da economia é bastante expressiva. Atualmente, são mais de 63 mil empresas ativas em todo o país com essa proposta de atividade econômica. 

O CNAE (Código Nacional de Atividade Econômica), determinado pela Comissão Nacional de Classificação (CONCLA) do IBGE, para esse setor específico do varejo é 4753-9/00 de comércio varejista especializado de eletrodomésticos e equipamentos de áudio e vídeo

Essa subclasse do setor de varejo compreende o comércio de eletrodomésticos como fogões, geladeiras, batedeiras, fornos, microondas, máquinas de lavar e similares.  Além disso, também inclui equipamentos de áudio e vídeo, como câmeras filmadoras, fotográficas e similares, rádios e aparelhos de televisão.

Onde estão esses negócios?

A região Sudeste concentra o maior número de empresas ativas dessa área específica do comércio varejista, com mais de 28 mil negócios. O Nordeste contabiliza pouco mais de 13 mil negócios em atividade e o Sul do país soma em torno de 12 mil. No Centro-Oeste são cerca de 5 mil e no Norte brasileiro são pouco mais 4 mil comércios varejistas de eletrodomésticos. 

 

Um modelo de negócio estável

Nos últimos cinco anos, esse setor do varejo tem se mantido estável economicamente e tem apresentado crescimento no que diz respeito à abertura de novos negócios.  

Em 2014 o número de novas empresas com essa proposta de atividade econômica chegou a 3 mil no país todo e em 2015 o número foi praticamente o mesmo. Em 2016 e 2017, também houve empate na inauguração desses negócios: em ambos os anos, foram registradas pouco mais de 4 mil lojas. Já em 2018, esse total chegou a 5 mil, aproximadamente e na primeira metade de 2019, já são mais de 4 mil novos negócios sob este CNAE. 

 

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